Mesmo recebendo à peso de ouro e liderados pelo
procurador Paulo Fundão, a equipe de advogados do prefeito Mateusinho levou o
primeiro revés no processo que corre na Justiça sobre a compra ilegal de
Combustíveis pela Secretaria de Saúde no município, que fora denunciada pelo Ministério
Público em 03/06/2020.
Vou dar umas voltinhas na Lua com meu prefeito Mateusinho
De acordo com as informações, ao equipe de advogados medalhistas do prefeito, teve o pedido de retirada do processo nº 0000464-82.2020.8.08.0015 negado pelo Juiz do caso, visto que já haviam recebido cópias integrais da peça de acusação.
Segundo especialistas no setor jurídico, o juiz pode ter
entendido que o pedido seria uma manobra para protelar a decisão no retorno do
recesso forense e empurrar a decisão para o final do mandato.
Essa decisão, estabelece que tão logo se encerre o recesso
florence (O recesso forense é um dos
períodos mais aguardados do ano pela maioria dos profissionais da advocacia.
Pudera, uma vez que é o único momento em que os prazos processuais ficam
suspensos, ou seja, as férias aos profissionais autônomos são possíveis somente
nessa parte do ano, já que os processos “ficam parados), o que deve
acontecer ainda nesse ano, quando ação processual deverá ter um primeiro desfecho.
RELEMBANDO
O CASO
O prefeito Walyson Vasconcelos e o Secretário da saúde
Thiago Magela, foi acusados através de denúncias apócrifas (anônima), de efetuarem
um outro contrato paralelo ao já existente no município, de compra de
combustível, sob a alegação de que a empresa fornecedora de combustível teria
suspendido o fornecimento, e que, segundo eles, devido a necessidade eminente
dos serviços médicos/hospitalar, a compra dos combustíveis não poderia parar.
No inquérito aberto pela justiça através da denúncia do
Ministério Público, ficou claro que a Prefeitura vinha com inadimplência com a
empresa prestadora do serviço de fornecimento dos combustíveis, e por essa
razão os cartões foram suspensos. Segundo ainda o Ministério Público, ao invés
de buscar um entendimento para sancionar de alguma forma a dívida extraída pela
Prefeitura, o Secretário e o prefeito, em comum acordo, resolveram aplicar um
calote financeiro na instituição, e contratar sem nenhum licitação um Posto de
Combustíveis da cidade, e ainda segundo o processo, com um valor do preço
unitário superfaturado, sendo que o Posto de Gasolina teve fortes ligações
comerciais com o Secretário da Saúde que foi por anos advogado da instituição,
e o proprietário goza de amizade com Thiago Magela.
A de se ressaltar que o Ministério Público pediu o
afastamento e a prisão imediata dos dois citados, e mesmo não tendo sido
acatado, essa ação não estar totalmente descartada, a depender da interpretação
do Juiz em julgamento.
Veja Decisão:




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