Apesar do nevoeiro e o clima instável gerado com a queda
de Chicão e seu vice, quando, na oportunidade o líder que herdou o grupo de
Jorge Donati, e perdeu o cargo por consequência dos seus próprios atos e não
por jogada política do presidente da Câmara na época que nem tem o apoio
declarado do governo do Estado e seu grupo político.
Na época desse acontecimento, deve ter ficado uma certa
magoa e um clima ruim entre que saiu e quem entrou. Contudo, no entendimento
dos cientistas políticos, está na hora de parar com a choradeira do leite
derramado, e com os fogos da herança caída no colo.
Agora, segundo esses intendentes da política, é necessário
pensar na Barra. Contudo, pensar na Barra não significa apenas pensar nas ações
e nas políticas públicas. É preciso que esses dois grupos, o que já existe, e o
que vem se formando, passem também a pensar no futuro da Barra.
Pensar no futuro da Barra significa, ao entender desses
cientistas políticos, impedir que o município retorne ao retrocesso de uma esquerda
radical e com experiências desastrosas que deixaram marcas que até hoje, não
conseguem se cicatrizar.
Portanto, no entendimento dos cientistas políticos, a
Barra pode ter um retrocesso desastroso num futuro próximo. Para se evitar
isso, segundo esses cientistas, é necessário que esses grupos se dispam do rancor,
e passei a trabalhar juntos, não só para gerir uma Barra digna nesse restante
de mandato, mas, sobretudo, não permitir que o dragão
travestido de cavicórneo no nome possa espalhar sua sede pelo
poder (sede no poder é um câncer na política – estamos cheios de exemplos)
destruindo todo um projeto que fora construído por esses dois grupos ai que
agora se sub dividiu por vaidade e orgulho, mas que precisam acordar.

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